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Publicado por em maio 17, 2014 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

O Capital Intelectual e a Inteligência Emocional

O Capital Intelectual e a Inteligência Emocional

Reunião do Conselho Regional Tema:

O Capital Intelectual e a Inteligência Emocional.

Introdução:Dialética e emoção, fé e razão, intuição e razão, são os princÍpios nos quais devemos pensar antes de entrar no assunto principal: O Capital Intelectual e a Inteligência Emocional.

O equilibrio é essencial quando vamos pensar em, razão e emoção, “De todos los modos para mayoría de la gente, un equilibrio entre la razón e y la fe es mejor guía que una de las dos en solitario”, escreveu El Gore em seu livro: El ataque contra la Razón.

A dialética é outro tema para intermediar o tema principal, Platão ensinava que, a dialética eleva a alma, por degraus, das aparências sensíveis às realidades inteligíveis ou ideias. Em Aristóteles seria uma dedução feita a partir de premissas prováveis. em Hegel, a dialética é o movimento racional que nos permite superar uma contradição, Marx introduz a luta de classes por meio da dialética materialista, a história se modificando através do tempo, mudando a economia e a relação entre capital e trabalho, ele se inspira em Engels e estabelece a dialética materialista apropriada ao comunismo.

Hegel insiste por meio da Fenomologia do espírito, o sujeito que sempre trata o outro como objeto, e a consciência subjetiva sempre submentendo a consciência do outro numa relação, senhor e escravo. Outra ponte necessária é a frase educadora de Sócrates, “O saber não é alcançado pela intuição, mas pela argumentação”.

Muitos falham no ministério, porque seguem como cegos a própria emoção, renunciando a razão. A dialética é uma palavra de origem grega, nasce do Dia-logo e da Tecne, (arte), e se refere à discussão, διαλεκτικη :dialetikh, a arte de discutir. A emoção tem sua origem no latim: “emovere” remove, agitar, sacudir. Também significa, “movere” mover, assim, emoção pode ser, remover e mover.

É um sentimento difícil de ser avaliado, está imediatamente presente, é conhecido mas não é acessível. O capital intelectual é tudo o que sabemos por meio dos livros e dos mestres, numa empresa, o ativo fixo, a equipe profissional, e até o que se chama “Goodwill”, que significa benevolência, mas também tem o sentido de, “Fundo de comércio de uma empresa, contando, fornecedores, experiência no ramo e relacionamento em geral e até a marca registrada” A última ponte que vou considerar é o conceito aristotélico de “causa final”.

Para Aristóteles as coisas acontecem por uma causa que as movimenta fazendo acontecer, ele exemplifica com algumas ilustrações: 1ª A janela foi quebrada, porque Pedro jogou uma pedra. 2ª O sapato foi feito porque o sapateiro juntou de forma inteligente o couro, fazendo um sapato. Aristóteles assegurava haver outras causas na natureza.

Quatro diferentes causas, para compreender a causa final. No caso de Pedro é razoável perguntar: Por que Pedro jogou a pedra? E qual foi o propósito? Porque o sapateiro fez o sapato? Pode haver dúvida quanto a Pedro: Porque ele jogou a pedra, e também, porque o sapateiro fez o sapato? Quanto à natureza, podemos começar perguntando: Por que chove?

Na Escola nos ensinam que, chove porque as nuvens se misturaram e houve condensação, e a força da gravidade fez a chuva cair. Para Aristóteles, houve outras causas: (a) Uma causa material ( b) Causa eficiente (c) Causa formal. A causa mateiral foi a mistura nas nuvens, a Causa Eficiente, a mistura do gelo, o frio, a condensaçã; e, (c) uma causa formal, a natureza da água. Aristóteles acrescentou: Choveu porque as plantas e animais necessitam da águal para crescer e viver. Essa é a Causa Final. As gotas d´agua possui uma tarefa vital, ou um propósito (life-task) tarefa de vida, de produzir vida.

Aristóteles ensinava que tudo tinha um propóisito: Chove porque a terra, as plantas nascem produzem frutos e os homens se alimentam. Mas hoje se pergutarmos sobre esse propósito, a ciência não reconhece essa vontade na natureza. Ninguém mais acredidta que, a chuva e água do rio tenham interesse em nosso bem-estar.

Hoje falamos do, Propósito de Deus, que nos criou a nós e o mundo para vivermos nele; enfim, Deus criou tudo com um propósito. Partindo dessas premissas, vamos ao primeiro capítulo.

I- CAPITAL INTELECTUAL

O Capital Intelectual, é a soma dos bens tangíveis e intangíveis de uma empresa, e de uma pessoa física. Mesmo um pastor é portador de um capital intelectual adquirido no Seminário Teológico e pela leitura de vários livros. Para a formação de uma capital intelectual é preciso disposição para gastar tempo e fazer investimento e só depois, acionar o gatilho quando surge a oportunidade de se fazer um curso teológico, ou de se fazer uma boa leitura.

A EQ avisa que é hora de acionar o gatilho. Em nosso caso específico IMR, temos o IMRET que nos possibilita adquirir conhecimento e técnica e guardar como riqueza intangível para o uso pessoal e social. O Capital intelectual de uma dona de casa é a experiência acumulada ao longo do tempo, nos afazeres domésticos.

Nem toda mulher sabe lidar com eficiência com os labores domésticos. Contudo existem as que lidam bem com as atividades comerciais, negócios em bancos e também com o cuidado da sua casa. Todo profissional tem guardado em si um capital intelectual, Goodwill é o fundo de comércio, a parte mais intangível do capital intelectual.

II- INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Travis Bradberry & Jean Greaves definiu como: “Habilidade de reconhecer e entender as nossas emoções e as emoções do outro” Para um líder adaptável, nada é mais importante do que a ferramenta EQ (emotional Inteligence). Essa habilidade de reconhecer em si e nos outros as emoções e o momento de apertar o gatilho para obter o resultado desejável. Alguma coisa que todos nós temos e podemos fazer uso em beneficio próprio e de terceiros é a EQ, é uma ferramenta intangível (bit intangible). Essa é uma ferramenta com capacidade de influenciar pessoas, e exercer o controle ou domínio próprio e fazer a decisão pessoal para obter resultados positivos.

O desafio diário de lidar efetivamente com as emoções é crítico para o líder, porque sua mente está conectada geneticamente para passar emoções em primeira mão (upper hand). Desde que nosso cérebro está sempre girando para nos fazer criatura emocional, temos que ficar atentos às emoções. Não temos controle sobre a parte do processo, mas podemos controlar os pensamentos que seguem uma emoção. Isso só é possível quando você está desperto para o caso específico da EQ.

Algumas experiências produzem emoções que facilmente nos desperta para “apertar o gatilho”, outras experiências não contém em si emoção capaz de produzir uma ação proveitosa. Quando a emoção é forte ocorre o que chamamos, Gatilho de evento, (Trigger event), é a hora de fazer acontecer. Sua reação para puxar o gatilho é condicionado pela sua história pessoal que inclui sua experiência em situação similar.

Assim sua experiência com (EQ skils) ferramentas da inteligência emocional cresce e você aprenderá cada dia mais como usar o gatilho e abrirá o caminho do sucesso empresarial e até ministerial.

Conclusão :

Precisamos do Capital Intelectual e da Inteligência emocional, para nossas atividades empresariais, e também para a o serviço ministerial. O equilíbrio entre fé e razão, inteligência e emoção, intuição e razão é melhor, como disse, El Gore, do que ser guiado por apenas um deles. A moderação é o princípio do sucesso no ministério, como ensinou Paulo a Timóteo, “Porquanto ,Deus não nos concedeu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio”. ( Segunda Carta de Paulo a Timóteo 2.7) Bispo Primaz I.F. Barreto IMR Sede Encontro com os Secretários Distritais e convidados

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