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Publicado por em maio 12, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Destaque, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

MICHEL TEMER PRESIDENTE DO BRASIL

MICHEL TEMER PRESIDENTE DO BRASIL

Já raiou a liberdade

Já raiou a liberdade

No horizonte do Brasil (Evaristo Ferreira da Veiga)

Para começo de conversa vou deixar claro que o presidente Michel Temer não tem nada a ver com satanismo, tanto é que, a maioria absoluta dos seus acessossores são das várias denominações evangélicas, inclusive uma é da igreja Adventista.

Os pais do nosso presidente são de origem libanezas, vieram para o Brasil em 1920 e Temer nasceu no Brasil, quando entrevistado pela imprensa estrangeira disse: “My father always said that Brazil is the place to ‘make America,’ and by ‘make America’ he meant the place to grow — to prosper,” Temer told Lebanon’s Executive magazine in 2014. (Meus pais sempre disseram que o Brasil é o lugar de “make America” (fazer America), e por “fazer américa” ele quis dizer lugar de crescimento e de prosperidade. Esse pensamento de Michel Temer produz esperança.

Todo novo começo traz consigo uma nova motivação, o que vem com Michel Miguel Elias Temer Lulia é primeiramente a esperança, “Quando não há visão, o povo fica sem controle, mas aquele que busca a Torah é feliz” (Pv 29.18). A palavra “chazôn” alternadamente é traduzida como profecia, mas ela é primeiramente, “visão” no hebraico, חזון Chazôn.

O povo precisa de um horizonte é isso que determina o seu comportamento em relação ao futuro, um povo sem a visão perde as esperança, fica perdido, פּרע pâra‛, é quase a pronúncia do português , pára. O Brasil parou por causa da corrupção e de uma adminsitração ruim.

O Brasil parou por falta de visão, uma visão é tudo o que precisamos para viver nessa terra, é mesmo impossível viver sem visão, até os ateus tem uma visão e sem ela eles não conseguem seguir no ateísmo.

Um governo sem visão está nu, nessa situação se confunde e pára, e, quando pára anda para trás. Essa é a nossa situação. פּרע pâra no hebraico também significa “estar nu”, e nessa situação só se anda para trás.

Um governo sem “Chazôn” fica parado e quem fica parado anda para trás e quem anda para trás perde o futuro e destrói o ganho que foi acumulado até então. É como um terremoto, suave, disfarçado, “tranquilo” e sem que ninguém perceba vai minando todos os ativos, e destruindo as esperanças. Com o derrespeito à Lei do Impeachment que penaliza quem atentar contra Lei Orçamentária e foi esse o crime da presidente que alegando 54 milhões de votos se achou no direito de permitir até mesmo a Cleptocracia.

O Governo Temer deve ser de mudanças, e isso causa impacto, e todo impacto numa situação como essa causa espanto e sofrimento, ajuste econômico tende não ser poético, a mudança é lírica, boa, provoca entusiasmo, a mudança é por vezes amarga provoca desânimo, desapontamento, essa é a maior dificuldade dos governos quando assumem com um discurso propondo mudanças. O novo presidente apresentou há algum tempo uma proposta interessante, “Uma ponte para o futuro”, com uma demonstração em vídeo bem ousada, que trouxe esperança para quem assistiu. O Brasil perdeu a oportunidade de entrar no primeiro mundo, noticiou a imprensa estrangeira. O futuro é desconhecido, mas o líder precisa aponta a direção, mesmo que seja uma utopia, aliás todo projeto econômico tem uma forte dose utópica, é um projeto, e o povo não vive sem um projeto, uma visão de futuro. O povo perde o controle se não tiver, “Chazôn”. (Visão).

“A utopia do futuro é a emergência da humanidade como sujeito de uma ordem verdadeiramente global” (FHC)

Peter F. Drucker ensina que, “O maior desafio que enfrentam os gestores nos países desenvolvidos é aumentar a produtividade dos prestadores de serviços e trabalhadores do conhecimento”. E nos países sub-desenvolvidos que é a nossa situação atual é preciso começar a colocar as empresas na linha de produção, isso vai possibilitar a geração de empregos e arrecadação de impostos.

Esse é o momento da liderança, o Jornal britânico “Mass Ovservation 125” deu um resumo da opinião e do sentimento público durante o mês de Maio de 1940.

“Apesar da nova liderança, não se pode de maneira alguma dizer que os cidadãos estão plenamente inteirados ou conscientes das necessidades do presente ou das probalidades do futuro. …Não pensamos que as pessoas estão essencialmente ou positivamente apáticas. Estão apenas negativamente apáticas, porque não sabem o que deveriam fazer ou como deveriam fazê-lo, e sob a nova liderança de Churchill elas ainda fracassam em muitos aspectos… Há uma tendência, por exemplo, em meio às pessoas no Ministério da Informação a pensar que, porque o governo mudou….logo a massa das pessoas mudou também”. Temos muito o que aprender com esse resumo do “Mass Observation 125”, mas podemos ter esperança, o Brasil tem experiência em crises e sairá vigoroso para o crescimento e a prosperidade. Não se deve cultivar a miséria como se fosse um curral de votos de cabrestos, deve-se como ensinou Thomaz Jefferson que a pobreza deveria ser combatida e aos pobres deve ser oferecido a oportunidade de prosperar. Quando se faz uso da probreza para se promover politicamente se pratica a injustiça.

O Brasil tem a infelicidade de ser quase destruído sem nenhuma guerra, alguns políticos arrasam tudo, tudo o que pode, a Cleptocracia quase liquidou a nação. Winston Churchill no dia 11 de Maio de 1940, numa manhã de esperança, levantou-se para compor o seu governo, a tristeza dele era que, o começo seria difícil, “nada podia oferecer senão sangue, trabalho, lágrimas e suor”. O governo brasileiro terá que manter o “Bolsa Família”, já que o Brasil ainda é um país pobre, mas deve estabelecer critério, sem interesse eleitoral.

Quase chegamos lá, quase saimos da situação de “emergente”, mas a política do PT não permitiu e furtou a esperança dos brasileiros. “Ladrão do futuro”.

Um dos desafios que irá enfrentar será o da oposição que fala em golpe, mas o presidente Temer respondeu à jornalista da CNN: “O impeachment consta da Constituição do Brasil”. Esse discurso do “golpe” será usado pelo PT para tentar desmoralzar o governo, mas é um discurso perdido no tempo, o pessoal do PT nunca disse que o presidente Collor foi vítima de um golpe, e não se dá golpe sem o uso de armas. O que aconteceu é que, ela não respeitou o artigo 4º da Lei do Impeachment que considera crime “atentar contra a Lei Orçamentaria”.

O rombo é impagável R$ 101 Bilhões, e parte desse dinheiro, a quantia maior foi destinada aos ditadores da Venezuela, Bolívia, Cuba e outros comunistas atolados em dívida e no retrocesso econômico. Os brasileiro financiaram tudo isso sem saber ao certo o que fazia. “A Venezuela é o pilar da regressão na América do Sul” (FHC).

Ficamos livres da ameaça comunista, mas sabemos que o desarranjo produzido por eles é profundo, os gastos deverão ser cortados, milhares de cargos comissionados nas ONGS na CUT e outras entidades vão desaparecer, e tudo isso vai ser trabalhoso.

Assim como aconteceu na França com a união dos socialistas, “O governo da Frente Popular formado em junho de 1936, nascido da aliança entre comunistas, socialistas e radicais forjada em 1935 foi um fracasso dramático”. No Brasil essa aliança do PT com PC e outras siglas da esquerda chega em Maio de 2016 ao fim, porque pensaram mais na ideologia do que na Macro Economia. O PT vai tentar queimar ” A ponte para o futuro”, porque já se organizam para repetir o tempo todo, “Foi golpe!” já que não tiveram argumento para provar a inocência da presidente Dilma vão falar o tempo todo em golpe, mas é perda de tempo,

qualquer cidadão pode examinar a Lei 1079 de 1950; “é crime atentar contra a Lei Orçamentária”.

Para Blum, “Entre socialistas ponderados, é bem sabido que a metafísica de Marx é mediocre e que sua doutrina econômica está se desmoronando dia a dia”. Isso se repete no Brasil, o mesmo fim dramático, com uma presidente afirmando ser inocente e a economia no fundo do poço principalmente por causa do rombo de R$ 101 bilhões. Isso vai custar ao povo brasileiro, talvez tenhamos de volta a ICPMF para cobrir essa roubalheira toda, e a incorrigivel tendência farrista dos políticos brasileiros.

O Brasil tem dificuldades enormes, mas o entusiasmo de Temer está enraizado nas palavras do seu pai e tem muita força: ” My father always said that Brazil is the place to ‘make America,’ (Meu pai sempre dizia que o Brasil é o lugar de “Fazer America”, e fazer américa significa, crescimento e prosperidade.

God bless Michel Temer!

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