Menu páginas
TwitterRssFacebook
Menu Categorias

Publicado por em jun 16, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

INTRODUÇÃO TÉCNICA – NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR

INTRODUÇÃO TÉCNICA – NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR

כי לא נוכל אנחנו לחדול לדכר את שאר ראינו ושמענו (ki, lo nuchal anachenu lechadal ledabar et sher rainu veshamaenu. porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido. (Atos 4.20) Note que, veshamaenu contem o Shema que signifida ouvir e obedecer. שמע Shema. Muito comum a frase: שמע ישראל “shema Israel”.

Porque não podemos : כי לא נוכל “ki, lo nuchal”

Deixar de falar : לחדול לדכר “anachenu lechadal”

Das coisas que temos visto e ouvido : לדכר את שאר ראינו ושמענו ” ledabar et sher rainu veshaenu”

Palavras menos conhecidas

1- נוכל : nuchal : podemos, לא נוכל Lo nuchal, não podemos. “Nachal” é impostor.

2- אנחנו : anachenu, nós

2-LACHADOL: לחדל “ser omisso”, “deixar de” חָדַל chadal é o verbo: interromper

3- מדבר ou לדכר medabar, ou ledabar ds coisas : דבר- Davar, coisas, palavras, “medabar” as coisas ou palavras, noticias, assunto, os acontecimentos, Portanto, L-Davar é a junção de

ל + דבר,

——————————————————————————————————————-

Continuação da mensagem de Sábado (Dia do Pastor)

Comentário

Sermão do dia 12 de Junho de 2016

Os discípulos foram testemunhas da vida de Jesus e de toda doutrina ensinada por Ele, especialmente foram testemunhas oculares da Ressurreição, e aprenderam sobre a Pedra Angular, o nome pelo qual todos poderiam ser salvos, também viram os sinais, os milagres. viviam a atmosfera do advento. “Das coisas que ouviram e viram, não podiam deixar de falar”

Não podemos, nós não podemos, “lachadal” interromper, cessar, de falar, ou de se referir ao eventos, às coisas. Aqui entra Davar. דָּבָר que é coisas e palavra, portanto tudo o que acontecia era um Davar. Os acontecimentos dentro da Igreja é “דָּבָר ” (davar) substância e palavras, palavras e substância, o equivalente a “ousia” no grego, o mesmo Davar que aparece no início do Evangelho de João 1.1.בראשית היה הדבר והדבר היה את האלהים, “bereshit haia hadabar, vahdabar ahia et Elohim, “no princípio era a palavra, a Palavra (Davar) estava com Deus (Elohim, plural de Eloá “deuses” o que nos leva a pensar na Trindade.

O que falou Paulo a Timóteo sobre o tema “Prega a Palavra”, tinha uma profundidade que merece muita atenção, já que, Davar tem uma dimensão maior e tão extensa como o Logos de João 1.1, que no hebraico é “berish haia hdavar”, (no princípio era a Palavra”.

Davar era portanto tudo o que viram e ouviram, “as coisas” מדבר “medabar”; Resta fazer uma reflexão sobre a estrutura lógica de: דבר- Davar Davar.

Tem um sentido particular como Palavra e um sentido geral como Logos em relação ao Cosmo e à criação. Um sentido psicológico na contiguidade e coexistência com o ser humano, é uma metáfora que fala além do símbolo, e por último é um símbolo proposicional na medida que propõem uma reflexão sobre compromisso, uma alegoria que fala de tomada de decisão, aceitação e mudança. Por isso disse Paulo: Qãrã Dabar, Prega a Palavra.

No sentido proposicional devemos nos deter para achar as implicações do tipo em relação objeto, Davar é sujeito de mudança,

Agora anote o Davar do qual falavam os discípulos e que não iriam parar de pregar sobre esse assunto.

1- A Ressurreição

2-A Pedra Angular

3-Um Nome pelo qual todos seriam salvos.

4-A Parousia.

Qual a nossa Davar?

Essa pergunta tem o propósito de apontar para o nosso Moldelo de discipulado. A dinâmica pode ser ativada a partir do que se ver e ouve nos cultos aos domingos, e do que se percebe no meio do povo em relação à vida real dos convertidos. O fato de sermos sempre santos e pecadores não ajuda muito. Temos que agir no mundo comu luz, ainda que falhando, mas permanecendo continuar no propósito de servir e mudar a “cara do mundo”.

O que vimos fala também de milagres, sinais, curas, só tem o que mostrar a igreja que acredita nos Carismas, um movimento meramente intelectual, uma teologia semelhante à da Idade Média onde o homem era “livresco”, isto é, uma teologia dos livros. Aquele período foi de pesquisa, de resgate da filosofia grega. O pagão e o cristão da Idade Média são parecidos nos temores nas crenças em fantasmas. Mas o cristão tendia a ser mais claro em seus pensamentos, mas como disse era Livresco, criou pouco e fez muito.

Nós no século XXI temos que conviver com uma Igreja Carismáitica para dar aos membros motivos para dizer do que “viram” e “ouviram” em continuação, em semelhança com a Igreja primitiva.

Publicar uma resposta