Menu páginas
TwitterRssFacebook
Menu Categorias

Publicado por em set 7, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

AMÉRICA ESCONDIDA

AMÉRICA ESCONDIDA

Uma hipótese

Quando o autor Tennessee Williams teve a ideia de fazer  o filme: “CAT ON A HOT TIN ROOF”  não deve ter sido mero acaso, ele nasceu em 26 de março de 1914, em Columbus, Mississipi, chamava-se Thomas lanier Williams, dramaturgo, ano mais tarde adotou o nome de Tenessee em homenagem a uma parte aristocrática  da sua família. Mas para não  esquecer as tragédias, Tenessee morre no hotel Elysée  em 1983, engasgado com uma tampinha de refrigerante que engoliu junto com  que os barbitúricos que ingeria com frequência. Era viciado em drogas.

Leia mais

Publicado por em ago 22, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

יבל:  Ybal – O trabalho que flui do servo do Senhor.

יבל: Ybal – O trabalho que flui do servo do Senhor.

 

Jesus ordenou: “Trabalhai não pela comida (Βρωσιν) que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna”, é um texto de João (6.27). Todo mundo conhece, da mesma forma que todos indistintamente trabalham pela comida que perece.

Não existe um ser humano sequer que não se levante cedo como diz o salmista, “Sale el hombe a su labor, y a su labranza hasta la tarde”, (sai o homem para o seu trabalho e para o seu encargo até à tarde”), isso ele faz costumeiramente, rotineiramente, amanhece pensando nisso, porque tem que trazer “Βρωσιν” (Brosin) comida para casa.  Impressiona o uso dessa palavra por Jesus, pois não existe quem não trabalhe exatamente para  comer, beber e se vestir, tudo isso tem relação com o que “perece”.

No entanto ouvimos Ele dizer: “não trabalhae pelo que perece”. Na linguagem religiosa mais antiga, entre os hebreus,  יבל: Ibal, do aramaico “yab-al” fluir, tem o sentido de:  trazer, transportar.

Nas formulação de conceitos, frases em muitos textos “ibal” é:  trabalhar , e, isso   é tão natural, tão do dia a dia como viver, como respirar. Yabal é até nome de um antideluviano, Yabal, como um tipo vindo das águas? Talvez. Já,  Alimento no Novo Testamento é, bromh (Brome), manjar, comida,  ou o momento da refeição, aquela ação milenar de, “comer”. E como pode alguém deixar de trabalhar pelo que perece para trabalhar pelo que não perece? Deixará alguém de se vestir ou de comer?

Sinceramente não existe uma única pessoa que viva assim, mesmo num convento se trabalha, e alguém trabalha para doar para os que foram para lá buscar a santificação.

Vou tentar lhe responder: Jesus comparou o perecível com o imperecível, e ordenou: “trabalhai”,εργαζεται, um imperativo semelhante ao “ide” (trabalhar a terra, ocupar-se, cultivar, fazer negócios, produzir, fabricar) Note que, a fala de Jesus indica uma necessidade é como uma norma para os leitores de todos os tempos.

Trabalhai,   isto é, “alguma coisa tem que ser feito” são as coisas feitas, produzidas. Isso só se dá com humanos, a ordem porém, foi mesmo dada para  humanos, e quem ordenou também foi um ser humano, ainda que divino, mas ordenou para humanos, ele falava como o homem fala, e falava para humanos. Da mesma forma nós como humanos temos que falar como o homem fala, ensinar como humanos, ainda que falando e ensinando coisas celestes, divinas, além do mundo físico.

O prefixo de εργαζεται, (trabalhai)  é uma palavra que significa, ato, ação, sucesso, realidade, obra realizada, muita gente acha um absurdo que o Evangelho fale de “obra realizada” e que obras não importa para nada, que somos salvos pela graça, e que os pobres e necessitados sempre existiu na face da terra, que se deve descansar no Senhor e ficar esperando. Por isso temos tão pouco evangelismo pessoal, tão pouco trabalho e muito conceitos.

Por isso tem tanto ministério cuja  única ocupação é “furtar ovelhas” das outras igrejas, porque, já que tudo é pela fé então será pela passividade, pelo “descansar” no Senhor, e esperar que os anjos façam aquilo que Jesus nos mandou fazer.

Gente que tem apenas sintética imaginação, isto é, planos e conceitos, sem jamais pegar no cabo do arado, a não ser no arado suado de outros ministérios que fizeram, se esforçaram e em dado momentos são roubados por gente que não querem trabalhar na Seara, não semeiam nem colhem seus próprios frutos, vivem de olhos arregalados no trabalho alheio para pode se manter com os dízimos e ofertas que cobiçam da Igreja do vizinho. Escolheram ser de tempo integral e para isso vale tudo para se manter.

O obreiro fiel e sincero paga o preço da sua opção de viver unicamente da Igreja.

Jesus usou, “brosin” (comida) que também significa, “consumo”, de fato o Evangelho é algo do consumo, as pessoas consomem noticias, se alimentam delas, dos   entretenimento, das grandes disputas por medalhas de ouro nos jogos olímpicos, como acontece hoje no Rio 2016. Isso tudo é alimento para a alma. Mas o alimento por excelência do qual a alma depende para viver, e viver para sempre é o Evangelho, e de forma muito particular, Jesus se apresentou como esse alimento, essa comida, dizendo que Ele é o Pão que desceu do céu. Ele é o Evangelho alimento para o povo, para o mundo todo. E nós somos os mordomos.

Note que Jesus chegou a dizer que, “não foi Moisés quem vos deu o pão do céu, mas meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu, porque o Pão de Deus é aquele que desceu do céu e dá vida ao homem”. Note que o Maná não é o verdadeiro “pão do céu”, o maná ainda tem aquele aspecto das coisas que perecem.

Mas nós somos peritos em correr atrás da comida que perece, amanhecemos pensando no que vamos comer, e com o que nos vestiremos, e tudo isso é, perecível. Mas o imperecível é bem além do físico, e por ele não estamos acostumados a correr com muito ardor. Mas Paulo disse que trabalhava duro. Ele não somente orava, mas trabalhava não importando o que diziam os acomodados. Uma versão na Linguagem de Hoje nos deu esse texto: “Não trabalhem a fim de conseguir a comida que se estraga, mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna. O Filho do Homem dará essa comida a vocês porque Deus, o Pai, deu prova de que ele tem autoridade”.

O prosseguimento do discurso introduz umas imagens de difícil entendimento, só depois Jesus explica para os discípulos, porque Ele mesmo era o Pão. (a comida). Então, Ele explica: “Quem não comer da minha carne e não beber do meu sangue não terá a vida em si mesmo”, e para permancecer Nele de forma recíproca, era necessário comer sua carne e beber o seu sangue. Depois ele diz aos seus díscipulos sobre o sentido metafórico do discurso, “O espírito é que vivifica, a carne para nada serve. As palavras que vos disse são espírito e vida” (6.63) na Bíblia de Jerusalém.

Paulo sabia o que significava um trabalhador algemado, δουλους (doulous), servo, o mesmo que,עבד- Ebed, (servo) no Antigo Testamento, por isso temos o Ebed Yhaweh, (Servo de Yahweh). Será que a Igreja trabalha como sendo Servo de Yahweh? Trabalha mais pela comida que não perece do que pela comida que  perece? A resposta é Não!. A Igreja trabalha mais pela comida que perece, os membros da Igreja sentem muita dificuldade em aproveitar o “perecível” para fazer uma ponte ao não perecível.

Todos querem viver pela fé, a ênfase na fé é uma desculpa para uma passividade miserável e perversa, não é quea pessoa descanse no Senhor e para o Senhor, é uma folga e um derrespeito à ordem de Cristo: “ide”, “Trabalhai”. Esse que gostam de “viver pela fé”, são os mesmos que cobiçam os frutos alheios para levar a seus líderes “almas conquistadas” para o rebanho comunitário. É uma forma pobre de salvar o salvo e ainda se gloria pelo feito.

A grande decepção cristã é que estamos muito mais voltado para o que perece e não usamos esse perecimento para anunciar o que permanece para a vida eterna, o que perece é tudo o que temos e somos, nosso trabalho, nosso dinheiro, nossa vida tem um único propósito, fazer tudo pelo que perece, não devia ser assim, mas somos escravos desse desejo. É preciso lutar com muito trabalho, existe um verbo hebraico que significa trabalhar até à exaustão, então vale trabalhar com muito esforço contra essa inclinação natural de trabalhar apenas pelo que perece. Temos muita facilidade de não fazer o trabalho do Senhor, por dois motivos: Por acharmos que se trata de uma “obra”, e, que ninguém é salvo por obras, essa é a desculpa mais antiga, pelo menos desde a Reforma Protestante, e segundo; por acharmos que não vale a pena mesmo, que ninguém se importa mais com a “sola fide” e a “sola la gratia” já não é a mesma fé nem a mesma graça. Ficou sem graça e por isso não temos mais tempo, e nossa agenda só atende “a comida, a bebida e o vestuário”. Isso é tudo. Por isso pessoas folgadas, só pensam em arrastar membros de uma igreja para outra como se fossem líderes espirituais inteligentes, mas esse trabalho é uma fraude, já que tentam salvar o salvo, apenas para se gloriar.

Nossas descuplas para não fazer, é plenamente santificada em nossas consciência, porque até ela é humana, nos desagrada ser humano e ter que trabalhar em coisas sagradas, divinas, além da matéria, é um trabalho que  aborrece a carne e o sangue. Queremos um corpo de anjo, uma alma de anjo, um olhar de anjo para trabalhar e conseguir o que não perece. Isso não é possível, melhor o atleta  com seu banner, ” 100% Jesus”, um atleta que assim faz, não sendo líder religioso aproveita o que perece para falar do que não perece.

É assm, como disse Calvino e outros reformadores imitando o dizer de Paulo: “Fazei tudo como se fosse para o Senhor” e dessa forma influenciar e trazer almas para Cristo. Sem tornar esse “fazer tudo” numa doutrina dogmática da moralidade puritana  como uma conduta de vida ética metodicamente racionalizada, isto é, meramente fecundada e colocada na mente como uma ideia com potencial purificador, mas fazer tão somente como uma atitude ética necessária e idenificadora do verdadeiro filho de Deus, que faz sem se importar com o que pensa aquele que não faz com medo de ser confundido com a ideia da salvação pelas obras. Quem não faz por medo de crítica é semelhante àquele que enrolou a moeda num lenço e devolveu ao seu Senhor. Quem é cristão, tão somente: “Just do it”, e que pensem os outros o que quiserem sobre isso.

Conclusão: Deixe o trabalho יבל:  (ibal)  fluir no poder do Espírito Santo, sem medo de fazer, sem imaginar como os lerdos imaginam, “prefiro descansar no Senhor”, porque na hora da decisão não se descansa no Senhor, se faz sem canseira alguma  em nome do Senhor, porque a graça que nos foi dada não foi em vão”, mas nos fez trabalhadores da Seara.

 

 

Leia mais

Publicado por em jul 18, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria, Vídeos | Ninguém comentou

JOGOS OLÍMPICOS 2016 E A ONDA DE TERROR.

JOGOS OLÍMPICOS 2016 E A ONDA DE TERROR.

Aldoous Huxley nasceu no dia 26 de Julho de 1894, ele já devia ter mais de 60 anos quando escreveu, “Maravilhoso Mundo Novo”, então, ele parou e pensou: “Cincoenta anos atrás, quando era um rapaz, parecia completamente evidente em si mesmo que os velhos dias maus se foram, que, tortura, massacre, escravidão e a perseguição aos heréticos foram coisas que ficaram no passado. Os que usavam cartolas, viajavam de trens, tomavam banhos todas as manhãs, podemos acrescentar: que iam aos cultos ou missas aos domingos, frequentavam “shopping centers”, visitavam seus parentes; tais horrores estavam fora de questão”.

Leia mais

Publicado por em jul 3, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Destaque, Igrejas, Notícias | Ninguém comentou

DISCIPULADO, O SERVIÇO PASTORAL E O COMPROMISSO

DISCIPULADO, O SERVIÇO PASTORAL E O COMPROMISSO

No discipulado descobrimos a necessidade da humildade em servir, começa com o ide, depois com o serviço pastoral que introduzimos e encaminhamos para o pastor da Igreja Local. Em parte fazemos, mas não completamente. Entretanto o líder pode: aconselhar, orar, e resolver os problemas na casa onde ele evangeliza discipulando.

Leia mais

Publicado por em jun 16, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

INTRODUÇÃO TÉCNICA – NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR

INTRODUÇÃO TÉCNICA – NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR

כי לא נוכל אנחנו לחדול לדכר את שאר ראינו ושמענו (ki, lo nuchal anachenu lechadal ledabar et sher rainu veshamaenu. porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido. (Atos 4.20) Note que, veshamaenu contem o Shema que signifida ouvir e obedecer. שמע Shema. Muito comum a frase: שמע ישראל “shema Israel”.

Leia mais

Publicado por em jun 11, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Destaque, Notícias | Ninguém comentou

Κηρυξον τον λογον – “Prega a Palavra”

Κηρυξον τον λογον – “Prega a Palavra”

No Brasil a teologia passa por uma crise, só se percebe quando já se passou algum tempo, como as folhas secas que caem das árvores, só se percebe elas no chão, já morta sem que nada mais se possa fazer, é preciso lutar pelo que acreditamos, que a fé que nos foi outorgada por Cristo é imutável, que a necessidade de combater as aberrações teológicas é urgente e que é tempo de marchar corajosamente, sem ameaças, ensinando a verdade e despertando a consciência cristã para o perigo das heresias que são proclamadas por gente sem preparo especialmente pelos inescrupulosos pregadores da mídia.

(2 Tm 4.2)

Leia mais

Publicado por em jun 9, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

A IDEIA DE KAR MARX SEGUNDO PAULO FRANCIS

A IDEIA DE KAR MARX SEGUNDO PAULO FRANCIS

“O capitalismo acumula capital à custa desse sofrimento. OK, mas, se pensam que Marx desaprova, estão muito enganados. A indignação moral do primeiro volume de O capital é seguida, no segundo, por um fatalismo em que as coisas não podiam ter ocorrido de outro modo. Acha que essas “optimum”, e que, só quando estiver cartelizado ao extremo e sua taxa de lucros começar a cair, uma classe operária consciente de seus direitos e militante politicamente tomará o poder fazendo a revolução socialista, que, numa primeira etapa, expropriará a propriedade privada”

Leia mais

Publicado por em maio 30, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Destaque, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

A GRAÇA QUE PODE SE TORNAR NULA

A GRAÇA QUE PODE SE TORNAR NULA

Sempre se imagina que, o que é pode deixar de ser, e isso pode ser a força do progresso, do avanço, da perfeição, do trabalho com objetivo. Se a graça pode ser tornar nula, isso nos desafia a fazer com que ela esteja sempre em evidência. Ser ou não ser é uma das frases mais conhecida de Shakespeare. Todo pode projeto pode ser e não ser, dependerá de como você se comportar em relação a ele. Crie um alvo e estabeleça os detalhes para alcançá-lo, não desperdice energia com o medo de fracassar. Só vence quem não tem medo de perder, a vitória pertence ao que crer.

Leia mais