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Publicado por em abr 28, 2017 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

“SALVE RAINHA”

“SALVE RAINHA”

37- “SALVE RAINHA” Passei hoje pela Praça XV e ouvi parte de uma mensagem à medida que ia caminhando até ao Banco Itaú, o padre pregou certo sobre a Luz e sobre a rejeição da luz por aqueles que praticam o mal, e a necessidade de se fazer o bem e se aproximar da luz, porém ao terminar ele fez uma locução estranha e muito religiosa: – “Salve rainha!” disse ele com muita satisfação, na mesa que fazia a vez de um púlpito lá estava a imagem de uma santa, supostamente uma estátua de Maria mãe de Jesus.

Acredito que o padre quis informar aos seus ouvintes que, Maria mãe de Jesus é a rainha do universo. Não se sabe onde a Igreja Católica arrumou essa teologia, é uma informação que soa destoada com a história da Igreja. Sabe-se que os reformadores não tiveram dificuldade em admitir que Maria é a mãe de Deus, não discutiram a fundo como se entender isso, para Lutero a interpretação literal do texto de Lucas é suficiente, ele disse para os seus interlocutores perguntando:- Como está escrito?

Lendo na Bíblia de Jerusalém: “…O Santo que nascer será chamado Filho de Deus”, como a reforma tinha um lema: “Sola Scriptura”, a letra por si tinha e tem grande força, o texto em si diz por si mesmo, se é Filho de Deus tem uma natureza divina tal qual tem o Pai, logo Jesus era um ser divino e Maria gerava esse ser, seria então mãe de Deus. Lembrando que, “Sola Scriputra” não foi invenção de Lutero, já existia antes dele, um pouco antes dele nos “Artigos de Esmalcalde”.

Mas porque depois de um sermão perfeito o padre disse: “Salve rainha”? Então aqui se descobre o “espírito da religião”, sem esse termo tudo fica muito evangélico é preciso demonstrar que o ensino do Evangelho procede da Igreja Católica, que, “Salve rainha” demonstra um catolicismo antigo, uma derivação teológica dos concílios.

O Concílio de Éfeso foi realizado em 431 convocado pelo imperador Teodosio II, Nestório era mariológico o texto de Lucas continuava em evidência por causa do termo: “Bendito é o fruto do teu ventre” (Lucas 1,43), daí se deduziu θεοτοκος, mãe de Deus.

O Cóncilio de Éfeso aceitou uma carta de Cirilo de Alexandria onde ele dizia: “Virgem Maria Mãe de Deus”. E no segundo Concílio de Nicéia (787) aparece o título: “Imaculada Senhora, a Santíssima Mãe de Deus. Os reformadores acataram essa definição sem problema, afinal como dizia Lutero, “O ser que dela foi gerado é o Filho de Deus”.

A Igreja católica é criadora de dogma e foi aumentando tudo até chegar ao termo, “Rainha dos céus” e por aí vai. “Salve rainha” é uma das últimas consequências advinda do concilio de Éfeso, uns dizem que vem do tempo das Cruzadas, tempo de guerra contra pagãos, outro dizem que vem de um monge beneditino do ano 1050 chamado Hermam, vê-se que é coisa nova, uma inovação, nada a ver com concílio nem com o Novo Testamento, nem com a Igreja do primeiro século.

É coisa puramente católica, mais nada. Então porque dizer isso após uma mensagem? É como digo, para introduzir na mente o domínio da igreja católica por meio de uma frase unicamente sua, ninguém mais diz isso, só os sacerdotes católicos, portanto é uma “Marca do Catolicismo”, e um meio de manter o rebanho unido por um dogma.

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Publicado por em dez 14, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

CONDUZINDO O BARCO

CONDUZINDO O BARCO

Conhece aquele mito do barco que o morto entra nele e atravessa um rio turbulento?

Caronte é o barqueiro que leva as almas para o Hades, o rio de águas turbulentas que fazem o limite com o inferno. O rio chama-se Aqueronte Como o barqueiro cobrava o trajeto era colocado duas moedas nos olhos do morto para que ele pagasse a passagem. Esse barco o grego não conduzia, mas era conduzido.

Mas quero lhe falar hoje do nosso barco, aqui e agora enquanto estamos vivos e não se preocupe com o mito grego, é só uma ilustração sobre um barco que não temos como conduzi-lo. Mas quero falar agora sobre um Barco todo seu, todo meu e que não temos como passar o remo para outro, nem mesmo se entregar ao ócio acreditando que Deus guiará o barco, ele nos deu o Barco para que possamos conduzi-lo, não podemos devolver essa obrigação alegando suposta espiritualidade, é você quem vai pilotar a nave, não fique desanimado.

“as grandes construções começaram do chão”

Você sabe de onde surgiu a palavra Barco? Desde Heródoto já se falava em πλοιον, (ploion) serve para barco, navio e embarcação, na linguagem bíblica, porém, aparece em Josué como o verbo “passar”, “e o povo se apressou e passou” (Josué 4.10).

Temos que pensar no verbo “passar”, por isso é traduzido também como “atravessar” , como no texto onde se ler “e Davi atravessou o Jordão” e ninguém atravessa um rio andando a não ser que seja um riacho ou num espaço raso.

Seja como for atravessar é “Abar” que veio a ser o Barco, עָבַר Abar é barco desde Josué. A metáfora projetada na figura do Abar é o “barco da nossa vida”, nossa existência e nossa forma de conduzir esse barco. Alem do texto em Josué, incluímos para a nossa reflexão o conhecido texto de João “Mas Jesus lhes disse: “Não temais”. Então eles, de bom grado, o receberam, e logo o barco chegou ao seu destino” (João 6, 20-21).

 

Podemos observar um navio em alto mar e imaginar como é aquele caminho, nos parece absolutamente sem rumo, ninguém sabe para onde vai ou se mesmo se dirige ao porto de onde observamos – La vai o navio.

Os discípulos entraram no Abar muito confiantes, acreditando que chegariam no seu destino apenas remando, a força do braço, a experiência haveria de conduzir a todos em segurança. Um barco tem remos e velas, os remos movemos com a nossa força, a vela fica à mercê do vento, se nossa confiança estiver apenas nos remos é porque nem demos importância à vela, essa é outra rica palavra escondida no texto, “vela” vem do latim “vigilare”, velar, é uma sentinela em nosso barco, se prestarmos atenção ouviremos a voz do Espírito e a razão vai organizar a revelação.

Quando alguém conduz o barco somente pela razão se torna racionalista e irá se perder no mar da vida, as tempestades, as ondas e por o caos dominará, mas se o homem se deixar conduzir apenas pelo Espírito também se perderá, não existe uma só pessoa que seja dirigida só pelo Espírito, isso porque somos carne, humanos, a

natureza decaída nos tirou essa possibilidade e não podemos mais ser conduzido só pelo Espírito, acredito que, nem mesmo Adão antes da queda poderia ser assim conduzido, se assim o fosse, não haveria caído. A Queda é o sinal de que precisamos unir Razão e Fé.

 

Nos negócios se não ouvirmos a voz interior, ou a para ser mais claro a voz do Espírito não conseguiremos bom êxito nos planos, é preciso ser racional e também espiritual, somos seres de duas dimensões, temos Corpo e Alma.

 

Observe o Brasil como um grande Barco, estamos em crise e com dificuldade na tripulação, mesmo a Prefeitura de Ribeirão Preto, estamos sem prefeito, porque falta um comandante.

Quando querem a eleição os candidatos tentam, ou fingem querer ouvir a voz de Deus através dos pastores, então eles vem à Igreja pedir oração, ou pedir conselho, ou se apresentar como amigos afim de conseguir alguns votos a mais. Depois de eleito o candidato se afasta da “espiritualidade” e passa a conduzir o Barco apenas com a razão, e por ser essa dependente de uma luz interior ou para ser mais objetivo, como depende da orientação divina para se conduzir melhor não o fazendo começam a soçobrar. Esse fenômeno acontece também na República, é um barco à deriva, tentando a travessia.

 

Agora, o mais importante não é olhar os outros barcos, mas olhar o nosso próprio barco. Como cristãos dependemos uns dos outros, somos barcos que quando solitários ficamos à deriva.

Temos dois lemes, e a vela, os lemes do barco nos diz que não estamos sozinhos, mas acompanhados de irmãos, a vela indica que necessitamos de vigilância e de ouvir a voz do Espírito.

Quando alguém tenta remar sozinho se cansa, e remar a dois é preciso sincronizar bem o tempo e a velocidade. O nosso barco ou vai pela fé ou não vai nunca, pela razão nos transformamos em racionalista, orgulhosos do saber, achando que sabe para onde vai, mas diante da tempestade é bem capaz de acharmos em Jesus um fantasma. Se nos ufanamos na fé como quem ouve pessoalmente a voz de Deus, entramos no caminho da falsa espiritualidade e nos perdemos em alto mar, sem saber que rumo tomar.

Você pode encontrar muitos pastores e pregadores que abandonaram o ministério, ou fracassaram porque não souberam organizar a revelação. Ficaram decepcionados, não seja mais um desses que não sabendo usar a razão também não souberam usar a revelação.

 

Precisamos unir a razão com a fé, para sermos humanos, corretos, espirituais, santos, separados, mas não individualmente santo e espiritual ao ponto de se achar sem pecado ou livre de pecar, ou incapaz de fazer algo pelo Reino por sermos pecadores.

 

Os filhos de Zebedeu deixaram o barco com o pai e entraram noutro barco, eram eles, João e Tiago, muitos ensinam que para seguir a Jesus ou ser um pregador deve-se parar de trabalhar, mas nem sempre é assim. Hoje com a difamação da Igreja por meio da mídia, muitos não contribuem e o ministério pastoral vai ficando cada vez mais raro, por outro lado muitos acham que o ministério é uma profissão lucrativa e embarcam com avidez nesse mister.

O certo é que por causa da avareza a evangelização não tem mais a mesma força, entretanto é possível fazer o mesmo, desde que se entenda a necessidade de se conduzir o barco da vida profissional com um alvo comum – O Reino de Deus.

Mensagem de domingo, 11 de Dezembro, 2016.

Imr Sede

Bispo I.F.Barreto

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Publicado por em out 28, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Missoes, Sem categoria | Ninguém comentou

DECLINAÇÕES DO ARTIGO

DECLINAÇÕES DO ARTIGO

SINGULAR

CASOS:

Nominativo : ο − O micron usado para designar o sujeito como no Texto :

No princ⎨pio era o Logos de João 1.1 o ómicrom é masculino. (artigo nominativo masculino singular)

Nominativo feminino é o “eta” η .

Nominativo neutro é o το (to) usado para o caso masculino e feminino: o, a.

CASO GENITIVO: Masculino του (tou) Feminino της (tes) Neutro του (tou) do, da.

CASO DATIVO : Masculino Τω (to) Feminino τη (t⎢) Neutro τω (to) ao,a

CASO ACUSATIVO : Masculino τον (ton) Feminino την (ten) Neutro το (to),o,a

 

PLURAL

CASO S

Nominativo masculino οι −os

Nominativo feminino αι, as

Nominativo neutro é o τα (ta) usado para o caso masculino e feminino: os, as.

CASO GENITIVO: Masculino: των (ton) Feminino των (ton) Neutro τοων (ton) : dos, das.

CASO DATIVO : Masculino: τοις (tois) Feminino ταις (tais) Neutro τοις (tois) aos,◊s

CASO ACUSATIVO: Masculino: τους (tous) Feminino: τας (tas) Neutro: τα (ta), os,as

 

Comentário:

O caso nominativo designa o sujeito. O caso Genitivo exprime complemento adnominal restrito, passivo, partitivo é caso gerador dos demais. O caso dativo, serve para que (fim) ou para quem (interesse) se realiza a ação verbal, o caso do objeto indireto, “lhe, lhes”. O caso Acusativo, indica principalmente objeto do verbo transitivo direto. Indica aquilo que serve de imputação a alguém.

Primeira declinação:

• Os temas em “a”

Substantivos femininos terminados em “a” EX :η χωρα, o país; η Θαλαττα, as vezes encontramos “θαλασσα” Com dois sigmas. O Mar; η τιμη, a honra.

Substantivos masculinos que terminam em ας e em ης: EX: ο νεανιας, o jovem; οπολιτης , o cidadão, ο μαθητης, o discípulo.

 

Caso vocativo : ω Θεος Ó Deus!

 

 

PRONOMES PESSOAIS SINGULARES

CASO S

Nominativo: εγω (Ego) Eu. συ, (su)Tu ;

Genitivo: Εμου,μου De mim, σου, De ti, ου, dele,dela

CASO DATIVO: εμοι, μοι, a mim; σοι,σοι, a ti ; οι, a ele, a ela.

CASO ACUSATIVO: εμε,me, σε, te, ε, lhe,o,a

 

 

PRONOMES PESSOAIS PLURAIS

Nominativo : εμεις , nοs υμεις , vοs, σφεις

Genitivo: ημων,υμων,nοs; σφων,σφων: vοs

CASO DATIVO: ημιν,nοs υμιν,vοs;σφισι

CASO ACUSATIVO: ημας, nοs,υμας,σφας.vοs

Pronomes possesivos:

εμος,εμη,εμον,Meu

σος,ση,σον, Teu

ημετερος ,εμετερα,εμετερον, Nosso.

υμετερος,υμετερα, υμετερον, Vosso.

Pronomes Demonstrativos

Αυτος,αυτη,αυτο,: Ele,ela,o mesmo,a mesma.

Casos:

Nominativo singular: αυτος,αυτη,αυτο, Plural;αυτοι,αυται,αυτα,

Genitivo singular: αυτου,αυτης,αυτου, Plural ;αυτοων,αυτων,αυτων,

Dativo singular: αυτω,αυτη,αυτω, Plural :αυτοις,αυταις,αυτοις,

Acusativo singular: αυτον,αυτην,αυτο, Plural: αυτους ,αυτας,αυτα.

 

Pronomes relativo

Ος,η,ο,: Que, o qual,a qual, este,esta,isto,

Nominativo singular: ος,η, ο, Plural:οι, αι, α

Genitivo singular :ου,ης, ου, Plural: ων,ων,ων

Dativo singular: ω,η,ω, Plural: οις,αις, οις

Acusativo Singular: ον,ην,ο, Plural:ους,ας,α

 

Aos alunos do IMRET.

Observe o texto de João 1.1,1. εν αρχη ην ο λογος και ο λογος ην προς τον θεον και θεος ην ο λογος

2. ουτος ην εν αρχη προς τον θεον

O artigo definido ο λογος ( O logos) o sujeito da oração, a Palavra (Jesus) Depois veja o final do texto προς τον θεον και θεος ην ο λογος ( Junto com Deus, e Deus era a o Logos), isto é, Jesus a Palavra é Deus.

Note mais : εν αυτω ζωη ην και η ζωη ην το φως των ανθρωπων (Em Ele a vida era, e a vida era a luz dos homens)

Observe: 1- αυτω (auto) é o pronome no caso dativo para quem se realiza a ação verbal, “A vida estava nele”, Versão SBB, “Nele estava a vida” (Bíblia Judaica Completa),

2- και η ζωη ην το φως των ανθρωπων “a vida era a luz da humanidade” (Biblia Judaica Completa, και é uma conjunção que também funciona como advérbio, “e, também, ainda, ainda que”. η (eta) é o artigo feminino nominativo “a” . ζωη, “Zoe” é vida, diferente de vinda “bio”, geralmente para falar de vida eterna, depois note o verbo: ην “en” (era) do verbo “eimi”, Depois do verbo temos de novo o artigo definido neutro το “to”,(o, a) serve para os dois gêneros. φως “fos” é luz,aqui é substantivo neutro, pode ser “luz”, “Luz do Sol, do dia, da lua, das estrelas, luz de fogo, tocha, e até: janela, publicidade, verdade, felicidade, alegria e glória”. Depois temos outro artigo neutro,των “ton”, (dos , das) no caso Genitivo, a última palavra que temos para estudar neste texto é, ανθρωπων “antropon”, pelo sufixo nota-se que se enconra no plural “homens”. no singular é Ανθρωπος “antropos” , no caso “dos homens” se refere aos dois gêneros, Ανθρωπος, também serve para falar da mulher como sendo de “toda humanidade”, por a Bíblia Judaica Completa, traduziu:Ανθρωπων “humanidade”. Agora note essa versão: “Au commencement était la Parole, et la Parole était avec Dieu” Jean 1.1 ; En elle était la vie, et la vie était la lumière des hommes” (Jean 1.4)

Aproveite o tempo e contemple o texto de Gênesis 1.1

בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ.

A primeira palavra “ראשׁית” bereshit indica começo assim como no evangelho de João, Arch, εν Αρχη ( en archê) “em o principio’ ou simplesmente, “no principio”.

A segunda frase: , בָּרָא אֱלֹהִים temos aqui duas palavras, Bara e Elohim, בָּרָא Bara é criar, tem a raiz com o sentido de “moldar”, “criar”, “criando”, “produzido”. Agora vamos para a segunda palavra: אלהים Elohim, tem a raiz com o sentido de “deuses” no sentido comum, mas com o artigo muda tudo e se refere ao Deus Supremo, Elohim às vezes é usado como uma deferência aos magistrados, anjos, juízes, e gente poderosa.

אֵת ‘eth” é uma partícula usada no sentido demonstrativo para entidade, é uma partícula não traduzido, mas se refere ao Elohim. “et” pode ser, “e” “sobre” “provocado”, e vários outros significados.

“Rêt”הֶ é uma particula interrogativa, e também o artigo definido, usado para todos os gêneros e números, originalmente um pronome demonstrativo.

הַשָּׁמַיִם , Shamain, os céus, céus mais alto, horizonte. Veja que o artigo definido “Rê” hebraico colado no הַשָּׁמַיִם

Para terminar vamos para as duas últimas em hebraico: , וְאֵת הָאָרֶץEse é o וַ Vav, uma conjunão, “entretanto, também, então. O vav vem colado ao אֵת Eth, funcionando como um artigo na frase final “e terra” no hebraico : וְאֵת הָאָרֶץ “et eretz”.

Observe quanta semelhança. Quando João ou um aluno seu escreve o seu Evangelho, ele reflete um pensamento muito próximo da filosofia grega na forma de pensar, mas conserva a natureza hebraica da sua fé, da sua crença no Bereshit. E Jesus estava lá no Bereshit criando, Ele é Criador junto com o Pai.

Quando no livro de Gênesis começa a falar da criação você nota ainda mais a ligação, a proximidade dos dois textos iniciais de Gênesis e João 1.1

וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים יְהִי אוֹר וַיְהִי־אוֹר “va yomer Elohim yhai or, vavyhai or” (Disse Deus haja luz e houve luz”.

Agora se você resolve estudar, já que está animado com tanta informação vamos lá:

וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים Amar, é dizer, dizer para responder, dizer no íntimo, pensar para comandar, promenter e intencionar. A frase inteira é, “Amar Elohim” note o vav indicando [“E para o verbo “amar” dizer, falar, no caso: disse”.]

O deixa o estudante impessionado é o termor “or” Luz, mas antes não podemos deixar de destacar o verbo Existir, הָיָה Haia, vir, tornar-se, existir, acontecer, surgir, começar, Esse nos passa a ideia do verbo divino, Existir, “O Deus existente” Yhawh. “Aquele que é”.

Luz no hebraico é “ôr” אוֹר , note que em João 1.1 fala da Luz Jesus é a Luz, estava lá na criação junto com Deus. Esse é o texto de Gênesis 1.3 וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים יְהִי אוֹר וַיְהִי־אוֹר que estudamos por ultimo nessa aula complemenar, se tiver alguma dúvida anote e resolvemos tudo na próxima aula de acordo com as nossas possibilidades. God bless you!

Muito bom estudar Teologia? Responda você.

 

 

IMRET –RIBEIRÃO PRETO -SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Publicado por em set 24, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

CRISE IDENTITÁRIA BRASILEIRA

CRISE IDENTITÁRIA BRASILEIRA

Podemos buscar as raízes bem antes de 1960, quatro anos depois houve uma revolução com o apoio do povo, a principal slogan era: “Pela família e pela liberdade”, havia sim, um rumor do movimento comunista especialmente vindo de Cuba, Che Guevara a despeito de ser um assassino frio e vingativo era retratado como um “ícone” revolucionário da paz, assim como em mais tarde, Lula seria retratado como um “santo”, cuja tese de canonização corria pela pena de dois religiosos católicos, porém comunistas, admiradores de Fidel Castro.

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Publicado por em set 19, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

O GOVERNO A ECONOMIA E O POVO

O GOVERNO A ECONOMIA E O POVO

“É mais fácil quebrar a porcelana do que consertá-la” (1948).

Winston Churchill

Automação e Mudança Tecnológica foi um livro muito lido nos Estados Unidos, editado por John T. Dunlop, e apresentado num encontro: “The American Assembly” (Assembleia Americana). A intenção do livro era esclarecer e fornecer pistas para o crescimento econômico com justiça social, é assim todos os livros sobre Economia, empreendedores, consumidores, trabalhadores e o governo com seus políticos.

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Publicado por em set 12, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Eventos, Notícias | Ninguém comentou

Curso: Nível 1 – Escola de Líderes / Teologia Prática

Curso: Nível 1 – Escola de Líderes / Teologia Prática

Curso: Nível 1 – Escola de Líderes / Teologia Prática

Inicio: 03/10/2016

Termino: 28/11/2016

Local: Sede – Rua Rio de Janeiro,

235 – Campos Elíseos

Horário: 20:00 as 22:00 – as segundas-feiras (Escola de Líderes) e terças-feiras (Teologia Prática)

Custo: R$30,00 mensal (apostila inclusa)

Duração: 2 meses

Pré-requisito para ingressar no Curso – Seminário – Nível 2 / 2017

“O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a sabedoria.” Provérbios 18.15

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Publicado por em set 7, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

ÉTICA E CARISMA

ÉTICA E CARISMA

Efésios 5. 19

Quando se comenta o texto acima como produto da “sujeição de uns aos outros no temor do Senhor”, se elimina a fonte da renovação espiritual, claro que a Carta aos efésios fala do bom relacionamento entre a família, empregados e patrões, ricos e pobres; pessoas educadas e outros que não tiveram a mesma sorte de receber uma boa educação.

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Publicado por em set 7, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

AMÉRICA ESCONDIDA

AMÉRICA ESCONDIDA

Uma hipótese

Quando o autor Tennessee Williams teve a ideia de fazer  o filme: “CAT ON A HOT TIN ROOF”  não deve ter sido mero acaso, ele nasceu em 26 de março de 1914, em Columbus, Mississipi, chamava-se Thomas lanier Williams, dramaturgo, ano mais tarde adotou o nome de Tenessee em homenagem a uma parte aristocrática  da sua família. Mas para não  esquecer as tragédias, Tenessee morre no hotel Elysée  em 1983, engasgado com uma tampinha de refrigerante que engoliu junto com  que os barbitúricos que ingeria com frequência. Era viciado em drogas.

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Publicado por em ago 22, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

יבל:  Ybal – O trabalho que flui do servo do Senhor.

יבל: Ybal – O trabalho que flui do servo do Senhor.

 

Jesus ordenou: “Trabalhai não pela comida (Βρωσιν) que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna”, é um texto de João (6.27). Todo mundo conhece, da mesma forma que todos indistintamente trabalham pela comida que perece.

Não existe um ser humano sequer que não se levante cedo como diz o salmista, “Sale el hombe a su labor, y a su labranza hasta la tarde”, (sai o homem para o seu trabalho e para o seu encargo até à tarde”), isso ele faz costumeiramente, rotineiramente, amanhece pensando nisso, porque tem que trazer “Βρωσιν” (Brosin) comida para casa.  Impressiona o uso dessa palavra por Jesus, pois não existe quem não trabalhe exatamente para  comer, beber e se vestir, tudo isso tem relação com o que “perece”.

No entanto ouvimos Ele dizer: “não trabalhae pelo que perece”. Na linguagem religiosa mais antiga, entre os hebreus,  יבל: Ibal, do aramaico “yab-al” fluir, tem o sentido de:  trazer, transportar.

Nas formulação de conceitos, frases em muitos textos “ibal” é:  trabalhar , e, isso   é tão natural, tão do dia a dia como viver, como respirar. Yabal é até nome de um antideluviano, Yabal, como um tipo vindo das águas? Talvez. Já,  Alimento no Novo Testamento é, bromh (Brome), manjar, comida,  ou o momento da refeição, aquela ação milenar de, “comer”. E como pode alguém deixar de trabalhar pelo que perece para trabalhar pelo que não perece? Deixará alguém de se vestir ou de comer?

Sinceramente não existe uma única pessoa que viva assim, mesmo num convento se trabalha, e alguém trabalha para doar para os que foram para lá buscar a santificação.

Vou tentar lhe responder: Jesus comparou o perecível com o imperecível, e ordenou: “trabalhai”,εργαζεται, um imperativo semelhante ao “ide” (trabalhar a terra, ocupar-se, cultivar, fazer negócios, produzir, fabricar) Note que, a fala de Jesus indica uma necessidade é como uma norma para os leitores de todos os tempos.

Trabalhai,   isto é, “alguma coisa tem que ser feito” são as coisas feitas, produzidas. Isso só se dá com humanos, a ordem porém, foi mesmo dada para  humanos, e quem ordenou também foi um ser humano, ainda que divino, mas ordenou para humanos, ele falava como o homem fala, e falava para humanos. Da mesma forma nós como humanos temos que falar como o homem fala, ensinar como humanos, ainda que falando e ensinando coisas celestes, divinas, além do mundo físico.

O prefixo de εργαζεται, (trabalhai)  é uma palavra que significa, ato, ação, sucesso, realidade, obra realizada, muita gente acha um absurdo que o Evangelho fale de “obra realizada” e que obras não importa para nada, que somos salvos pela graça, e que os pobres e necessitados sempre existiu na face da terra, que se deve descansar no Senhor e ficar esperando. Por isso temos tão pouco evangelismo pessoal, tão pouco trabalho e muito conceitos.

Por isso tem tanto ministério cuja  única ocupação é “furtar ovelhas” das outras igrejas, porque, já que tudo é pela fé então será pela passividade, pelo “descansar” no Senhor, e esperar que os anjos façam aquilo que Jesus nos mandou fazer.

Gente que tem apenas sintética imaginação, isto é, planos e conceitos, sem jamais pegar no cabo do arado, a não ser no arado suado de outros ministérios que fizeram, se esforçaram e em dado momentos são roubados por gente que não querem trabalhar na Seara, não semeiam nem colhem seus próprios frutos, vivem de olhos arregalados no trabalho alheio para pode se manter com os dízimos e ofertas que cobiçam da Igreja do vizinho. Escolheram ser de tempo integral e para isso vale tudo para se manter.

O obreiro fiel e sincero paga o preço da sua opção de viver unicamente da Igreja.

Jesus usou, “brosin” (comida) que também significa, “consumo”, de fato o Evangelho é algo do consumo, as pessoas consomem noticias, se alimentam delas, dos   entretenimento, das grandes disputas por medalhas de ouro nos jogos olímpicos, como acontece hoje no Rio 2016. Isso tudo é alimento para a alma. Mas o alimento por excelência do qual a alma depende para viver, e viver para sempre é o Evangelho, e de forma muito particular, Jesus se apresentou como esse alimento, essa comida, dizendo que Ele é o Pão que desceu do céu. Ele é o Evangelho alimento para o povo, para o mundo todo. E nós somos os mordomos.

Note que Jesus chegou a dizer que, “não foi Moisés quem vos deu o pão do céu, mas meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu, porque o Pão de Deus é aquele que desceu do céu e dá vida ao homem”. Note que o Maná não é o verdadeiro “pão do céu”, o maná ainda tem aquele aspecto das coisas que perecem.

Mas nós somos peritos em correr atrás da comida que perece, amanhecemos pensando no que vamos comer, e com o que nos vestiremos, e tudo isso é, perecível. Mas o imperecível é bem além do físico, e por ele não estamos acostumados a correr com muito ardor. Mas Paulo disse que trabalhava duro. Ele não somente orava, mas trabalhava não importando o que diziam os acomodados. Uma versão na Linguagem de Hoje nos deu esse texto: “Não trabalhem a fim de conseguir a comida que se estraga, mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna. O Filho do Homem dará essa comida a vocês porque Deus, o Pai, deu prova de que ele tem autoridade”.

O prosseguimento do discurso introduz umas imagens de difícil entendimento, só depois Jesus explica para os discípulos, porque Ele mesmo era o Pão. (a comida). Então, Ele explica: “Quem não comer da minha carne e não beber do meu sangue não terá a vida em si mesmo”, e para permancecer Nele de forma recíproca, era necessário comer sua carne e beber o seu sangue. Depois ele diz aos seus díscipulos sobre o sentido metafórico do discurso, “O espírito é que vivifica, a carne para nada serve. As palavras que vos disse são espírito e vida” (6.63) na Bíblia de Jerusalém.

Paulo sabia o que significava um trabalhador algemado, δουλους (doulous), servo, o mesmo que,עבד- Ebed, (servo) no Antigo Testamento, por isso temos o Ebed Yhaweh, (Servo de Yahweh). Será que a Igreja trabalha como sendo Servo de Yahweh? Trabalha mais pela comida que não perece do que pela comida que  perece? A resposta é Não!. A Igreja trabalha mais pela comida que perece, os membros da Igreja sentem muita dificuldade em aproveitar o “perecível” para fazer uma ponte ao não perecível.

Todos querem viver pela fé, a ênfase na fé é uma desculpa para uma passividade miserável e perversa, não é quea pessoa descanse no Senhor e para o Senhor, é uma folga e um derrespeito à ordem de Cristo: “ide”, “Trabalhai”. Esse que gostam de “viver pela fé”, são os mesmos que cobiçam os frutos alheios para levar a seus líderes “almas conquistadas” para o rebanho comunitário. É uma forma pobre de salvar o salvo e ainda se gloria pelo feito.

A grande decepção cristã é que estamos muito mais voltado para o que perece e não usamos esse perecimento para anunciar o que permanece para a vida eterna, o que perece é tudo o que temos e somos, nosso trabalho, nosso dinheiro, nossa vida tem um único propósito, fazer tudo pelo que perece, não devia ser assim, mas somos escravos desse desejo. É preciso lutar com muito trabalho, existe um verbo hebraico que significa trabalhar até à exaustão, então vale trabalhar com muito esforço contra essa inclinação natural de trabalhar apenas pelo que perece. Temos muita facilidade de não fazer o trabalho do Senhor, por dois motivos: Por acharmos que se trata de uma “obra”, e, que ninguém é salvo por obras, essa é a desculpa mais antiga, pelo menos desde a Reforma Protestante, e segundo; por acharmos que não vale a pena mesmo, que ninguém se importa mais com a “sola fide” e a “sola la gratia” já não é a mesma fé nem a mesma graça. Ficou sem graça e por isso não temos mais tempo, e nossa agenda só atende “a comida, a bebida e o vestuário”. Isso é tudo. Por isso pessoas folgadas, só pensam em arrastar membros de uma igreja para outra como se fossem líderes espirituais inteligentes, mas esse trabalho é uma fraude, já que tentam salvar o salvo, apenas para se gloriar.

Nossas descuplas para não fazer, é plenamente santificada em nossas consciência, porque até ela é humana, nos desagrada ser humano e ter que trabalhar em coisas sagradas, divinas, além da matéria, é um trabalho que  aborrece a carne e o sangue. Queremos um corpo de anjo, uma alma de anjo, um olhar de anjo para trabalhar e conseguir o que não perece. Isso não é possível, melhor o atleta  com seu banner, ” 100% Jesus”, um atleta que assim faz, não sendo líder religioso aproveita o que perece para falar do que não perece.

É assm, como disse Calvino e outros reformadores imitando o dizer de Paulo: “Fazei tudo como se fosse para o Senhor” e dessa forma influenciar e trazer almas para Cristo. Sem tornar esse “fazer tudo” numa doutrina dogmática da moralidade puritana  como uma conduta de vida ética metodicamente racionalizada, isto é, meramente fecundada e colocada na mente como uma ideia com potencial purificador, mas fazer tão somente como uma atitude ética necessária e idenificadora do verdadeiro filho de Deus, que faz sem se importar com o que pensa aquele que não faz com medo de ser confundido com a ideia da salvação pelas obras. Quem não faz por medo de crítica é semelhante àquele que enrolou a moeda num lenço e devolveu ao seu Senhor. Quem é cristão, tão somente: “Just do it”, e que pensem os outros o que quiserem sobre isso.

Conclusão: Deixe o trabalho יבל:  (ibal)  fluir no poder do Espírito Santo, sem medo de fazer, sem imaginar como os lerdos imaginam, “prefiro descansar no Senhor”, porque na hora da decisão não se descansa no Senhor, se faz sem canseira alguma  em nome do Senhor, porque a graça que nos foi dada não foi em vão”, mas nos fez trabalhadores da Seara.

 

 

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