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Publicado por em nov 8, 2014 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

RESUMO SOBRE O CURSO DO IMRET

RESUMO SOBRE O CURSO DO IMRET

Segue os nomes dos participantes do cursso Jesus Histórico :
Rosa Maria de Souza Machado, Celso Luiz , Daniel da Silva, Lana Barreto, Luiz Henrique Alves, Claudenir Gerolamo Alves e Ana Carolina Philippe Ferreira .

JESUS HISTÓRICO
O encontro de líderes sobre o tema: A Busca do Jesus Histórico, fez a turma pensar profundamente, este é um debate atual, a grande disussão do século XXI.
A questao: “Jesus Cristo foi um personagem real da história, ou uma criação nascida do mito e da metáfora, concebido no século 3º por Constantino para manter unido um império em ruínas?”
No estudo foi apresentado a lenda de Horus: é um deus com uma história muito semelhante a de Jesus e também tem semelhança com outros relatos biblicos. Essa lenda fez os pesquisadores acreditarem que, houve uma “tese copycat”, isto uma cópia da lenda incorporada na história de Jesus. O termo, “copycat” seria uma imitação, coisa de gato, um crime literário, plágio, etc.

Cada participante deixou uma frase:
Seminarista :

(1)Ana Caroline Philipe: Os escritores daquele tempo e de hoje abafam o que é importante, ex: Paulo não é citado como testemunha histórica; e o Egito não poderia ter tanta influência , e essa aparente “copycat” parece ser profecia cristológica extra bíblica.(

2) Pastor Luiz Henrique Alves: Os historiadores afirmam o que não acreditam.

(3)Celso Luis: Crendo apesar das críticas, as poucas informações sobre a historicidade de Cristo nos leva a ter uma fé mais madura, as informações que temos são suficientes.

(4)Pastor Daniel Silva: Ele andou sobre a terra

(5)Pastora lana: Ele existiu, acredito no testemunho de Flavius Josefus,

(6) Pastora Rosa: Levantam a teoria para negar a existência de Jesus Histórico.

(7) Pastor Claudenir: Os pais da igreja não contestaram a existência de Jesus Histórico. Bispo:Antes de Cristo os mitos , as lendas , as filosofias foi um preparo do terreno para a vinda de Cristo como no Fator Melquezedek (um livro de? Don Richardson).

Conclusão: A Busca do Jesus histórico é um debate que começou no século XIX, a teologia nunca havia antes se preocupado com esse detalhe. Depois da Reforma do século XVII a mente se abre para avançar nas pesquisas sobre vários temas bíblicos. Lutero nunca se preocupou com isso, mas quando um grupo de reformados tentaram harmonizar os Evangelhos “as coisas ficaram ainda piores” Reimarus foi o primeiro que se preocupou com esse tema, ele nasceu em 22 de Dezembro de 1694, era professor de linguas orientais, mas é fato que houve um historiador Johann Jakob Hess, mas foi um escrito muito racionalista não sendo um questionamento sério, vale portanto como primeiro o trabalho de Hermann Samuel Reimarus.

Esse debate enriquece na medida que desafia a nossa inteligência e nos prepara para o enfretamento intelectual com essa nova geração. Temos como testemunho da existência histórica de Jesus: Além de Flavius Josefus, (37 a. D) dez outros historiadores, teólogos e pesquisadores, além do testemunho que constam nos Talmudes uma acusação contra Cristo proferida pelo rabino Shimeon Ben Azaai: “Encontrei um rolo genealógico, em Jerusalém, no qual estava registrado: “Fulano é bastardo de uma adúltera, na véspera da páscoa eles penduraram Yeshua (de Nazaré) e antes disso durante quarenta dias o arauto proclamou que (Yeshu (Yesrú) de Nazaré) ia ser pedrejado por prática de magia e por enganar Israel e fazê-lo se desviar”) Podemos concluir que, até um testemunho falso contra alguém indique a existência histórica desse alguém que foi acusado.

Portanto, Jesus existiu como pessoa e andou nas estradas poeirentas de Israel como homem, fazendo hiistória como personagem principal, tendo seus seguidores proclamado sua Verdade aos quatros cantos da terra, de tal forma que havia registro histórico na Ásia e provavelmente até na Espanha onde Paulo pretendia ir ou realmente chegou a viajar em missão para esse pais.

Livros apresentados aos participantes:
A Busca do Jesus Histórico – Albert Schweitzer
Josephus The Complete Works – Flavius Josephus
Evidência que Exige um Veredicto – Vol. I, Josh McDowel
DVD : A procura da História de Jesus
Duração do curso : 6 h00. (Sexta e Sábado)
Turma inicial: 14 Participantes na Sexta Feira
Turma final : 8 Participantes no Sábado
Aproveitamenteo 100%

Os certificado serão entregues aos participantes no dia 16 de Novembro de 2014 na sede da IMR, Rua Rio de Janeiro, 235, às 8h50.

Bispo Inaldo Barreto

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Publicado por em out 18, 2014 em Bispo Inaldo Barreto, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

HERESIAS NA IDADE MÉDIA

HERESIAS NA IDADE MÉDIA

Na metade do século XI tiveram início várias heresias, são conhecidas também como, “heresias da Idade Média”. Os cristãos mesmo antes da reforma exercia a sua liberdade, já que ninguém pode ou consegue vigiar o pensamento da igreja, a Igreja Católica tentava mas nunca conseguiu, o livre pensar às vezes é uma armadilha, pensa-se o que se quer pensar sem que seja necessário pergunta ao pastor ou ao padre. Ainda assim ser livre é fundamental. Precisamos de mestres.

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Publicado por em abr 26, 2014 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

POLÍTICA HOJE NO BRASIL COMUNIZANDO O MAIS QUE PUDER

POLÍTICA HOJE NO BRASIL COMUNIZANDO O MAIS QUE PUDER

Quero comentar um livro que li quando cursava a Faculdade, o titulo do livro: O Assalto Pacífico de Douglas Hyde. Tinha um sub-título: Perspectivava de nosso tempo. “Afirma o Sr. Khruschev que a guerra pode e deve ser evitada. Mas é também seu objetivo declarado “enterrar o capitalismo” e fundar um mundo comunista.

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Publicado por em fev 23, 2014 em 1ª Região - Ribeirão Preto - SP, Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Alguém comentou

Γνώσις   –  O CONHECIMENTO

Γνώσις – O CONHECIMENTO

CULTO DE QUINTA FEIRA

20-FEVEREIRO-2014

Γνώσις

“e conhecereis(γνώσεσθε)* a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32)

* Futuro de: γινώσκω, (gnósko) conhecimento

A palavra, conhecimento “gnosis”, sofreu mutações apenas no seu sentido. Ela começa muito bem na igreja, mas logo passa a ser uma forma de heresia, pelo gnosticismo. Também havia os agnósticos.

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