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Publicado por em jan 8, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

A MISERICÓRIDA E AS RELIGIÕES

A MISERICÓRIDA E AS RELIGIÕES

APOLOGÉTICA VI

Guerra e Paz 

Fiz uma viagem a Washington e visitei algumas Igrejas, no mês de Setembro, no dia 11 fui a um encontro no Escritorio Geral da Igreja Metodista, próximo ao Capitólio, o palestrante Reza Shah-kazemi, um líder muçulmano apresentou o tema: My Mercy Encompasses All, nem dava para acreditar que um muçulmano estivesse falando de paz alí bem perto do palácio do governo central, e, exatamente no dia 11 de Setembro de 2013, dois após o maior atentado já perpetrado em solo americano.

Na contra-capa do livro vem o comentário: “Muitas fontes confirmam que o Islã se tornará a religião dominante dentro dos próximos vinte anos. Hoje uma em cinco pessoas se consideram muçulmanas, um pouco menos do que aqueles que se chamam de cristãos, e muitos deles não são árabes, 1,5% deles são estrangeiros.

Na contra-capa consta que diferentemente do que pensam e diferente dos estereótipo a cultura islâmica é mergulhada na paz, mas de forma estranha eles cortam o nariz e as orelhas das mulheres como punição pelos pecados cometidos. Reza Shah Kazemi selecionou dezessete versos chaves do Alcorão, para organizar o seu livro: My Mercy encompasses all”.

Kazemi selecionou dezessete versos, seriam os “versos da paz”, deixou de lado centenas de versos violentos, mas ninguém pode ser hipócrita e achar que não tem muitos cristaõs que fazem o mesmo, seleciona uma “caixinha de promessas” e deixam de lado os versos da violência.

A diferença é que, nem judeu com o seu judaísmo nem os cristãos com o seu Velho Testamento assume a postura do guerreiro religioso como acontece no Islã. Não existe Judeu-Bomba ou Cristão-Bomba. Homem-bomba é invenção do islão e outras religiões fundamentalistas.

Mas é verdade que tanto o Cristianismo precisa de uma reforma pró Jesus como o Islã precisa de uma reforma pró Alá misericordioso.

Falando de misericórdia vamos falar sobre a Guerra e a Paz. Ninguém consegue ser pacifista até às últimas consequências. Somente Jesus foi pacifisca em sentido absoluto, que ele ensina sobre a tolerância, mas não ensina que devemos deixar o louco invadir a casa do nosso vizinho para matar todos os que estão lá dentro, talvez orando, confraternizando ou seja como for, oferecer a outra face não significa entregar a vida do próximo nas mãos de um tirano ou qualquer louco que aparecer no caminho para destruir uma vida. Segundo C.S. Lewis a primeira interpretação da face que recebe o segundo golpe é pacifista. A segunda pode ser uma interpretação de tolerância que se deve tolerar muito e ser sereno. A terceira é que a violência é possivel quando impossível de ser evitada, C.S. Lewis faz a pergunta: ” Sera que alguém supõe que os ouvintes de Nosso Senhor entendiam que Ele queria dizer qu e, se um louco homicida, ao tentar assassinar um terceiro, procurasse me afastar do seu caminho, eu deveria manter-me à parte e deixá-lo atingir sua vítima? Ou que a melhor forma de educar um filho é conceder a ele a goiabada depois que ele roubou o queijo?

C.S. Lewis foi convidado para uma palestra sobre pacifismo e começa com uma pergunta: “Como decidir o que é bom ou mau?”. A resposta a essa pegunta só poderia ser dada pela razão. Ele apresenta a questão dessa forma: “os pacifistas falam que a guerra é desagradável, e produzem mais mal do que bem. Lewis afirma então que contar com essa concepção é mera especulação, tornando impossível saber o que poderia contar como evidência de tal conclusão, pois a história está repleta de guerras úteis e inúteis”.

Poderíamos perguntar: O que seria do mundo dirigido por Hitler? Alguém poderia responder o que aconteceria se ele fosse vitorioso e dominasse todo o mundo? Um mundo pacífico tomado de assalto por um tirano e aprovado pela Igreja. Isso não é possível!.

Alguns líderes na América já admite e exorta que se não levarmos em consideração o que está acontecendo agora no mundo, com a ameaça dos muçulmanos de dominar todo planeta e cobrar taxa de quem não quiser ser muçulmano, se ninguém se importar com o que está acontecendo agora, seremos juntamente com nossos filhos escravizados pelo islã. E nossos netos estarão dizendo nas praças, Allahu Akbar do Arabic: الله أكبر Alá é Grande.

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